SAESP – Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo https://site-stg.saesp.org.br A SAESP representa os médicos anestesiologistas de São Paulo. Acesse cursos, defesa profissional, pesquisas e eventos da maior sociedade de anestesiologia do estado. Mon, 13 Jul 2026 06:04:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://site-stg.saesp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/cropped-Frame-3-32x32.png SAESP – Sociedade de Anestesiologia do Estado de São Paulo https://site-stg.saesp.org.br 32 32 Patient Blood Management: Uma Abordagem Inovadora na Anestesiologia https://site-stg.saesp.org.br/patient-blood-management-uma-abordagem-inovadora-na-anestesiologia/ https://site-stg.saesp.org.br/patient-blood-management-uma-abordagem-inovadora-na-anestesiologia/#respond Fri, 29 May 2026 11:39:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=485 Os recentes avanços científicos e estudos sobre PBM (Patient Blood Management) têm transformado a forma como hospitais e equipes médicas conduzem o manejo perioperatório em todo o mundo. Mais do que reduzir transfusões sanguíneas, o conceito propõe uma nova cultura de cuidado centrada na segurança, individualização e melhores desfechos clínicos.

Segundo a Dra. Roseny Rodrigues, o PBM é uma abordagem integrada e multidisciplinar que busca otimizar a gestão do sangue e dos hemoderivados, minimizando a necessidade de transfusões. “Nos últimos anos, o PBM ganhou destaque devido à crescente conscientização sobre os riscos associados às transfusões, como reações adversas e infecções, além da necessidade de melhorar a segurança e a eficácia dos cuidados perioperatórios”, destaca.

Estudos recentes têm demonstrado que transfusões muitas vezes podem ser evitadas com estratégias adequadas de conservação sanguínea, incluindo otimização da eritropoiese, controle rigoroso da hemostasia e monitorização mais precisa do paciente cirúrgico. Para a doutora, isso vem mudando diretamente a atuação da anestesiologia moderna.

“Hoje existe uma reavaliação importante das diretrizes e práticas anestésicas. O foco passou a ser uma abordagem mais conservadora, baseada em evidências e centrada no paciente”, afirma a Dra. Roseny.

Apesar da evolução do tema, ela alerta que ainda existe uma cultura de transfusão excessiva em diversas instituições hospitalares. “Muitas vezes isso acontece por práticas tradicionais e pela falta de conscientização sobre os riscos associados às transfusões. O PBM surge justamente para transformar essa mentalidade, promovendo educação contínua e protocolos mais criteriosos.”

Dentro da anestesiologia, o anestesiologista passou a ocupar um papel ainda mais estratégico nesse processo. Desde a avaliação pré-operatória até a condução intraoperatória e o pós-operatório, a especialidade atua diretamente na otimização hemodinâmica, controle de perdas sanguíneas e tomada de decisão transfusional.

“O anestesiologista tornou-se um verdadeiro defensor da conservação sanguínea e da transfusão restritiva. Sua participação ativa é essencial para garantir segurança e melhores resultados ao paciente”, explica.

Os benefícios do PBM também já aparecem de forma consistente nos estudos publicados nos últimos anos. Entre os principais resultados observados estão redução de complicações relacionadas à transfusão, menor tempo de internação, recuperação mais rápida e melhora dos desfechos cirúrgicos.

No Brasil, o movimento também vem ganhando força. Diversas instituições passaram a adotar protocolos estruturados de PBM, impulsionados por iniciativas educacionais e pela atuação de sociedades médicas.

Para a Dra. Roseny, treinamento prático e atualização contínua são fundamentais para consolidar essa transformação dentro dos hospitais. “Programas de educação continuada e simulações clínicas ajudam as equipes a compreenderem os benefícios do PBM e aplicarem essas estratégias na prática diária. Isso fortalece uma cultura de segurança, inovação e cuidado centrado no paciente.”

Conheça o Workshop da SAESP – PBM – Patient Blood Management

Fonte: SAESP

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Monitorização Hemodinâmica: por que a atualização prática pode mudar desfechos clínicos https://site-stg.saesp.org.br/monitorizacao-hemodinamica-por-que-a-atualizacao-pratica-pode-mudar-desfechos-clinicos/ https://site-stg.saesp.org.br/monitorizacao-hemodinamica-por-que-a-atualizacao-pratica-pode-mudar-desfechos-clinicos/#respond Fri, 22 May 2026 11:42:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=488 A medicina evolui rapidamente. E quando o assunto é monitorização hemodinâmica, atualização prática deixou de ser apenas um diferencial para se tornar uma necessidade dentro da rotina clínica.

A SAESP realiza o Workshop Monitorização Hemodinâmica: da fisiologia à terapia guiada por metas, uma imersão presencial focada em tecnologia, interpretação clínica e tomada de decisão em cenários críticos. Mais do que interpretar números e parâmetros, o workshop propõe uma abordagem prática sobre como antecipar instabilidades, individualizar terapias e conduzir pacientes com mais segurança, precisão e assertividade. 

O workshop integra fundamentos fisiológicos, microcirculação, fluido-responsividade, monitorização invasiva e minimamente invasiva, além da aplicação da inteligência artificial no suporte hemodinâmico.

A programação inclui simulações realísticas e estações práticas com tecnologias modernas, incluindo o uso do cateter de artéria pulmonar (Swan-Ganz), monitorização por contorno de pulso e análise de perfusão tecidual em tempo real, destaca o Dr. Talison Silas Pereira, coordenador do workshop.

Projetado para transformar dados complexos em ferramentas práticas de decisão à beira do leito, o workshop tem como foco a personalização da terapia volêmica e a melhoria dos desfechos perioperatórios. 

Em um cenário onde decisões precisam ser tomadas em segundos, dominar a monitorização pode impactar diretamente a segurança do paciente, a redução de complicações e os resultados clínicos. Por isso, investir em atualização prática e hands on é cada vez mais essencial para anestesiologistas e profissionais que atuam em pacientes críticos.

As inscrições já estão abertas no site da SAESP.

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Monitorização Hemodinâmica: por que a atualização prática pode mudar desfechos clínicos https://site-stg.saesp.org.br/monitorizacao-hemodinamica-por-que-a-atualizacao-pratica-pode-mudar-desfechos-clinicos-2/ https://site-stg.saesp.org.br/monitorizacao-hemodinamica-por-que-a-atualizacao-pratica-pode-mudar-desfechos-clinicos-2/#respond Fri, 22 May 2026 05:56:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1305 A medicina evolui rapidamente. E quando o assunto é monitorização hemodinâmica, atualização prática deixou de ser apenas um diferencial para se tornar uma necessidade dentro da rotina clínica.

A SAESP realiza o Workshop Monitorização Hemodinâmica: da fisiologia à terapia guiada por metas, uma imersão presencial focada em tecnologia, interpretação clínica e tomada de decisão em cenários críticos. Mais do que interpretar números e parâmetros, o workshop propõe uma abordagem prática sobre como antecipar instabilidades, individualizar terapias e conduzir pacientes com mais segurança, precisão e assertividade. 

O workshop integra fundamentos fisiológicos, microcirculação, fluido-responsividade, monitorização invasiva e minimamente invasiva, além da aplicação da inteligência artificial no suporte hemodinâmico.

A programação inclui simulações realísticas e estações práticas com tecnologias modernas, incluindo o uso do cateter de artéria pulmonar (Swan-Ganz), monitorização por contorno de pulso e análise de perfusão tecidual em tempo real, destaca o Dr. Talison Silas Pereira, coordenador do workshop.

Projetado para transformar dados complexos em ferramentas práticas de decisão à beira do leito, o workshop tem como foco a personalização da terapia volêmica e a melhoria dos desfechos perioperatórios. 

Em um cenário onde decisões precisam ser tomadas em segundos, dominar a monitorização pode impactar diretamente a segurança do paciente, a redução de complicações e os resultados clínicos. Por isso, investir em atualização prática e hands on é cada vez mais essencial para anestesiologistas e profissionais que atuam em pacientes críticos.

As inscrições já estão abertas no site da SAESP.

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Manejo da Via Aérea: por que o treinamento prático faz diferença https://site-stg.saesp.org.br/manejo-da-via-aerea-por-que-o-treinamento-pratico-faz-diferenca/ https://site-stg.saesp.org.br/manejo-da-via-aerea-por-que-o-treinamento-pratico-faz-diferenca/#respond Fri, 15 May 2026 05:55:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1302 Colaboração: Dr. Christiano Matsui

A insegurança no manejo da via aérea ainda faz parte da realidade de muitos anestesiologistas, inclusive entre os mais experientes. Situações de emergência, dificuldade de intubação, tomada de decisão sob pressão e atualização constante de técnicas seguem sendo alguns dos principais desafios enfrentados na prática clínica.

Pensando nisso, a SAESP promove o Workshop de Fundamentos da Via Aérea, um treinamento voltado para quem busca mais segurança, preparo técnico e confiança diante de cenários críticos.

Com uma proposta prática e atualizada, o curso aborda desde os “princípios básicos”detalhes iniciais até as estratégias fundamentais para o manejo seguro da via aérea, combinando teoria, discussão de casos e treinamento hands on. O objetivo é aproximar o participante da realidade encontrada no centro cirúrgico, na emergência e na terapia intensiva.

O workshop também reforça um ponto importante: o manejo da via aérea não é uma necessidade exclusiva da anestesiologia. Médicos que atuam em pronto atendimento, emergência, UTI e outras áreas críticas também lidam diariamente com situações em que decisões rápidas e técnicas mais eficientes fazem diferença direta na segurança do paciente.

Por isso, o curso é aberto não apenas para anestesiologistas, mas também para profissionais que desejam se atualizar, revisar conceitos essenciais e desenvolver mais segurança na condução da via aérea em diferentes contextos clínicos.

Quando o preparo técnico salva tempo e vidas, investir em treinamento prático deixou de ser diferencial e passou a ser necessidade.

Saiba mais. 

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Pós-COPA SAESP: o que vem por aí https://site-stg.saesp.org.br/pos-copa-saesp-o-que-vem-por-ai/ https://site-stg.saesp.org.br/pos-copa-saesp-o-que-vem-por-ai/#respond Fri, 08 May 2026 05:50:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1295 Depois de uma edição histórica do COPA SAESP 2026, que reuniu milhares de anestesiologistas em dias de muita prática, troca e atualização, a SAESP continua em movimento. Agora, o foco se volta para os workshops ao longo do ano, mantendo a proposta de transformar conhecimento em aplicação real no dia a dia.

Se existe alguma área da anestesia que ainda gera insegurança, dúvida ou vontade de se aprofundar mais, a SAESP é o lugar certo para isso. Aqui, aprendizado acontece na prática, com orientação, apoio e contato direto com profissionais que vivem os mesmos desafios da rotina.

A SAESP reúne inovação, um time técnico de excelência e um Centro de Simulação de altíssima tecnologia para oferecer uma experiência cada vez mais próxima da realidade clínica.


Mais do que conteúdo, existe algo que faz toda diferença: a troca de experiência entre pessoas e gerações. É nessa convivência, nas discussões e na prática lado a lado que o aprendizado ganha outro nível.

Confira o calendário completo da SAESP 


Além dos workshops presenciais, a SAESP também oferece cursos e atividades online, como o Curso de Boas Práticas na Prescrição de Opioides, os Webinares SAESP gratuitos via YouTube toda segunda feira e o acesso com valor promocional diferenciado ao ASA TOOLBOX, ampliando ainda mais o acesso ao conhecimento e à educação continuada.

“Na SAESP, acreditamos que a educação continuada precisa ir além da atualização técnica: ela deve aproximar pessoas, estimular a troca de experiências e preparar o anestesiologista para os desafios reais da prática clínica. Seguiremos investindo em inovação, simulação e experiências de aprendizado cada vez mais conectadas à nossa realidade.”, destaca a Dra. Claudia Simões, Presidente da SAESP.

Se você não conseguiu participar do COPA SAESP, ou está procurando um lugar para evoluir, se atualizar e se especializar na anestesiologia, encontrou. Estamos de portas abertas para anestesiologistas de todo o Brasil, da América Latina e do mundo.

Venha para a SAESP!

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GUIA COPA SAESP 2026: Tudo o que você precisa saber! https://site-stg.saesp.org.br/guia-copa-saesp-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber/ https://site-stg.saesp.org.br/guia-copa-saesp-2026-tudo-o-que-voce-precisa-saber/#respond Fri, 17 Apr 2026 05:48:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1291 O COPA SAESP 2026 está chegando e promete ser uma das edições mais importantes dos últimos anos. Reconhecido como um dos maiores congressos de anestesiologia da América Latina, o evento será realizado entre os dias 23 e 26 de abril, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, reunindo especialistas renomados do Brasil e do exterior em uma programação científica de excelência.

Se você já garantiu sua inscrição, este é o momento de se preparar para aproveitar ao máximo cada oportunidade. E, se ainda está em dúvida, este guia vai te mostrar por que o COPA SAESP 2026 é um evento imperdível para a sua carreira.

O que esperar do COPA SAESP 2026?

Mais do que um congresso, o COPA SAESP é uma experiência completa de atualização, prática e conexão. Neste ano, o evento chega ainda mais robusto, com foco em aplicabilidade clínica, inovação e interação direta com especialistas. Entre os destaques desta edição, você pode esperar uma programação científica abrangente e atualizada, palestrantes nacionais e internacionais de referência, atividades práticas com alto nível de imersão e oportunidades de networking.

Além disso, o evento reforça seu papel como um dos principais palcos da anestesiologia ao atingir um marco impressionante: 983 Temas Livres submetidos, batendo recorde pelo segundo ano consecutivo. Isso reflete a força da produção científica e o protagonismo do COPA SAESP na formação contínua da especialidade.

Novidades que vão transformar a sua experiência

A edição de 2026 chega com novidades estratégicas que tornam o congresso ainda mais dinâmico e alinhado à realidade da prática clínica.

Uma das grandes estreias do evento é a Vila da Dor, um espaço pensado para aproximar o conteúdo científico do dia a dia do anestesiologista. O espaço favorece demonstrações de técnicas, troca de experiências e aprofundamento em temas como tratamento da dor e medicina paliativa, sempre com uma abordagem acessível e orientada à rotina clínica.

Os workshops sempre foram um dos grandes diferenciais do COPA SAESP e agora estão ainda mais inovadores. Na edição atual, o evento amplia sua oferta com experiências imersivas e parcerias internacionais de peso. Entre os destaques estão:

  • Anestesia Regional – Bloqueios Avançados: Da imagem à decisão clínica. Parceria exclusiva com o PGA da The New York State Society of Anesthesiologists (NYSSA) com uma abordagem prática baseada em casos clínicos reais;
  • Via Aérea Difícil SAM (Society for Airway Management) & SAESP: treinamento intensivo focado em cenários críticos e gestão de crises;
  • Neuromonitorização: integração entre monitorização cerebral e tomada de decisão;
  • Curso Avançado de Segurança do Paciente: workshop exclusivo em parceria com a European Society of Anaesthesiology and Intensive Care (ESAIC), sendo a SAESP a primeira sociedade fora da Europa a oferecer essa formação;
  • SAFE: iniciativa global em parceria com a World Federation of Societies of Anesthesiologists (WFSA), promovendo educação e segurança anestésica em escala internacional.

    Essas atividades foram desenhadas para transformar conhecimento em prática, com foco no desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais essenciais.

    Inscreva-se nos Workshops do Pré-Congresso COPA SAESP até o dia 20/04/2026

Outro ponto de destaque é o Centro de Simulação SAESP SIM+, um dos espaços mais valorizados do congresso. Com grupos reduzidos e acompanhamento especializado, os participantes vivenciam cenários de simulação, discutem casos clínicos e recebem feedback imediato. Trata-se de um ambiente seguro e altamente qualificado para o aprimoramento técnico e a tomada de decisão.

COPA SAESP 2026: a escolha certa para quem quer se destacar na anestesiologia

O COPA SAESP 2026 vai além da programação científica. A experiência do congressista foi pensada de forma integrada, valorizando também os momentos de conexão e bem-estar. Entre os diferenciais:

  • Palestra Keynote com Aryeh Shander, professor emérito de anestesiologia e cuidados intensivos de Englewood – Nova Jersey, abordando o papel do anestesiologista como líder do PBM na gestão perioperatória;
  • Batalhas SAESP: competição para testar seu conhecimento geral em anestesiologia;
  • Espaço Bem-Estar, para relaxar e descontrair –  disponível durante todo o evento;
  • Programação social com happy hours e festa. 

Para tornar sua jornada ainda mais prática e personalizada, o aplicativo oficial do COPA SAESP 2026 já está disponível. O aplicativo permite que você:

  • Monte sua agenda personalizada da programação;
  • Conheça palestrantes e expositores;
  • Faça interações e networking.

    Tudo isso diretamente pelo celular, facilitando sua organização e otimizando seu tempo durante o congresso.

Participar do COPA SAESP 2026 é investir diretamente na sua evolução profissional. Em um cenário onde a anestesiologia exige atualização constante, habilidades práticas e tomada de decisão precisa, estar em um ambiente que reúne ciência, prática e networking faz toda a diferença.

Se você já está inscrito, prepare-se para viver uma experiência transformadora. Se ainda não garantiu sua vaga, este é o momento de dar o próximo passo para alcançar sua excelência na anestesiologia. Nos vemos no COPA SAESP 2026!

Inscreva-se já! 

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Ventilação mecânica e medicina intensiva: da teoria à prática na tomada de decisão clínica https://site-stg.saesp.org.br/ventilacao-mecanica-e-medicina-intensiva-da-teoria-a-pratica-na-tomada-de-decisao-clinica/ https://site-stg.saesp.org.br/ventilacao-mecanica-e-medicina-intensiva-da-teoria-a-pratica-na-tomada-de-decisao-clinica/#respond Fri, 10 Apr 2026 05:47:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1288 A ventilação mecânica deixou de ser apenas um suporte para assumir um papel estratégico na segurança do paciente perioperatório e nos desfechos em medicina intensiva. Cada ajuste feito pelo anestesiologista impacta diretamente a evolução clínica.

Assim, a ventilação protetora guiada por metas se consolida como um modelo assistencial mais preciso, especialmente diante do desafio ainda relevante das complicações pulmonares perioperatórias.

Ventilação protetora e individualização: o novo padrão assistencial

A ventilação mecânica evoluiu de protocolos generalistas para estratégias mais refinadas. Como destaca o Dr. Luiz Falcão, Diretor de Filiação da World Federation Society of Anaesthesiologists (WFSA) e também Coordenador do Núcleo de Ventilação Mecânica da SAESP, “a ventilação mecânica deve ser compreendida como uma intervenção ativa no cuidado ao paciente e o foco atual está em atuar de forma protetiva, evitando danos adicionais ao pulmão e contribuindo para melhores desfechos clínicos”.

Essa abordagem ganha ainda mais relevância quando se considera que complicações pulmonares podem atingir até 20% dos pacientes, mesmo na ausência de doença prévia. A ventilação deixa então de ser apenas suporte e passa a integrar diretamente a construção do prognóstico.

A transição para a ventilação guiada por metas reforça essa mudança de paradigma. Trata-se de uma abordagem que exige domínio técnico e raciocínio clínico apurado, com decisões baseadas em múltiplos parâmetros fisiológicos. Como ressalta o Dr. Falcão, “a individualização da ventilação é essencial para garantir intervenções mais seguras e eficazes”.

Monitorização Avançada e tomada de decisão no intraoperatório

A incorporação de tecnologias avançadas ampliou a capacidade de monitorização, mas também elevou a complexidade da prática clínica. Parâmetros como driving pressure, pressão de platô, complacência pulmonar e mechanical power passaram a integrar a rotina assistencial. Além disso, a análise das curvas ventilatórias – como pressão-tempo, fluxo-tempo e pressão-volume – permite identificar precocemente alterações relevantes, como hiperdistensão, colapso alveolar e obstruções.

Apesar desse avanço, o principal desafio não está no conhecimento dos conceitos, mas na aplicação em tempo real. O ambiente intraoperatório exige decisões simultâneas, muitas vezes sob pressão, o que pode levar a uma condução ventilatória baseada apenas em indicadores mais simples, como a saturação de oxigênio.

Nesse contexto, o Dr. Luiz Falcão chama a atenção para a necessidade de ampliar o olhar clínico. Segundo ele, a ventilação não deve ser guiada por parâmetros isolados mas integrada à hemodinâmica e ao contexto cirúrgico, garantindo uma abordagem mais completa e segura.

A consolidação dessa prática depende de treinamento contínuo e do desenvolvimento de habilidades aplicadas. Como o Dr. Falcão reforça, o grande desafio atual é transformar conhecimento teórico em decisões clínicas consistentes.

Treinamento prático e o papel do COPA SAESP 2026

Diante da crescente complexidade da ventilação mecânica, o treinamento prático se torna indispensável. O aperfeiçoamento contínuo impacta diretamente a qualidade da assistência e os desfechos no pós-operatório. Dessa forma, iniciativas que integram teoria e prática desempenham um papel fundamental na formação do anestesiologista.

COPA SAESP 2026, que vai ser realizado nos dias 23 a 26 de abril no Transamerica Expo Center, se destaca como um dos principais espaços de atualização das práticas anestésicas na América Latina. Entre os destaques da programação, o Workshop de Ventilação Mecânica propõe uma imersão voltada à prática clínica. Com abordagem centrada em casos reais e tomada de decisão, o conteúdo percorre desde os fundamentos da ventilação protetora até ajustes mais avançados baseados em driving pressure e mechanical power. O objetivo é preparar o anestesiologista para atuar com maior precisão, segurança e autonomia.

A evolução dos conceitos em ventilação mecânica trouxe maior precisão, mas também ampliou a responsabilidade na tomada de decisão. Assim, o treinamento contínuo deixa de ser um diferencial e passa a ser parte essencial da prática clínica. Porque, ao final, ventilar com precisão é decidir com consciência e decisões melhores resultam em um cuidado mais seguro e eficaz.

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Manejo da dor: técnicas minimamente invasivas que estão mudando a prática https://site-stg.saesp.org.br/manejo-da-dor-tecnicas-minimamente-invasivas-que-estao-mudando-a-pratica/ https://site-stg.saesp.org.br/manejo-da-dor-tecnicas-minimamente-invasivas-que-estao-mudando-a-pratica/#respond Fri, 03 Apr 2026 05:46:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1285 O manejo da dor deixou de ocupar um papel secundário no cuidado perioperatório para se consolidar como um dos pilares da anestesiologia. Mais do que aliviar sintomas, a prática atual se orienta pela antecipação, prevenção e redução do impacto da dor na recuperação do paciente com efeitos diretos sobre o tempo de internação e a reabilitação funcional.

Nesse contexto, as técnicas minimamente invasivas assumem protagonismo ao combinar precisão, segurança e melhores desfechos clínicos. A dor aguda mal controlada no pós-operatório pode evoluir para quadros crônicos em uma parcela significativa dos pacientes, o que reforça a necessidade de estratégias mais eficazes e individualizadas.

Da abordagem convencional à medicina intervencionista da dor

A evolução do manejo da dor acompanha o próprio desenvolvimento da anestesiologia. Como explica o Dr. Olympio Chacon, Corpo Clínico da Equipe de Controle de Dor – ICESP/HCFMUSP, essa transformação reflete uma mudança estrutural na forma de tratar a dor: “O tratamento da dor seguiu uma trajetória semelhante à da anestesia, com a transição do modelo exclusivamente medicamentoso para intervenções. O avanço da ultrassonografia, aliado à fluoroscopia, trouxe mais precisão e resultados mais duradouros”.

Esse novo cenário amplia as possibilidades terapêuticas; técnicas como bloqueios nervosos periféricos guiados por ultrassom, infiltrações direcionadas e procedimentos com radiofrequência passam a integrar a rotina clínica, promovendo maior assertividade e recuperação mais rápida.

A Dra. Cinthia Passos, Coordenadora do Grupo de Dor do Hospital Samaritano Higienópolis, contextualiza essa evolução ao destacar que os avanços mais expressivos se consolidaram nas últimas décadas: “Embora o controle da dor acompanhe a humanidade desde a Antiguidade, os últimos 50 anos trouxeram avanços significativos, com novas técnicas, pesquisas e maior aceitação da abordagem multidisciplinar. Hoje, o tratamento se baseia em diagnósticos precisos e no uso de tecnologias avançadas”.

Com isso, o manejo da dor deixa de se limitar ao alívio temporário e passa a incorporar estratégias mais duradouras, como ablação química e térmica, além de métodos de neuromodulação.

Inovação, personalização e o impacto na prática clínica

A incorporação de novas tecnologias não apenas amplia o arsenal terapêutico, mas redefine a lógica do cuidado. Nesse cenário, surgem terapias baseadas em princípios biofísicos, que atuam na modulação da dor e na regeneração tecidual. Dr. Chacon destaca esse movimento ao enfatizar que, por vivermos uma era que combina tecnologia de ponta, multidisciplinaridade e inovação, a abordagem multimodal não medicamentosa ganha espaço com técnicas que não têm o foco apenas no controle da dor, mas na restauração funcional.

Na prática clínica, os impactos já são evidentes. Como observa a Dra. Passos, “o tratamento da dor se tornou uma das áreas com maior expansão em técnicas minimamente invasivas. Métodos como laser de alta intensidade (HILT), radiofrequência e ondas de choque permitem reduzir a inflamação, estimular a regeneração e promover alívio de forma mais rápida e duradoura”.

Diante desse cenário dinâmico, a tomada de decisão exige atualização constante e integração entre evidência científica e individualidade do paciente. Eventos científicos desempenham um papel central nesse processo.

O COPA SAESP 2026 reforça esse compromisso ao oferecer experiências práticas e imersivas, com destaque para a Vila da Dor e o Workshop de Intervenção em Dor. As iniciativas promovem contato direto com especialistas e aprofundamento em técnicas guiadas por imagem e tecnologias emergentes.

“O aprendizado constante é indispensável, especialmente diante da expansão das possibilidades no manejo da dor. O COPA SAESP inova ao proporcionar experiências práticas que aproximam o profissional das novas técnicas”, ressalta o Dr. Olympio Chacon. A Dra. Cinthia Passos complementa ao destacar o valor desse espaço para a evolução profissional: “A Vila da Dor oferece demonstrações práticas e contato com novidades em tratamentos minimamente invasivos. Somada à programação científica, proporciona uma atualização abrangente e de alto nível”.

Ao integrar inovação, prática e troca de experiências, o COPA SAESP 2026 se consolida como um ponto de encontro estratégico para anestesiologistas que buscam não apenas acompanhar, mas liderar as transformações no manejo da dor.

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Ecocardiografia para anestesiologistas: quando a imagem transforma o cuidado perioperatório https://site-stg.saesp.org.br/ecocardiografia-para-anestesiologistas-quando-a-imagem-transforma-o-cuidado-perioperatorio/ https://site-stg.saesp.org.br/ecocardiografia-para-anestesiologistas-quando-a-imagem-transforma-o-cuidado-perioperatorio/#respond Fri, 27 Mar 2026 05:43:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1282 A prática anestésica evoluiu e, com ela, a forma de compreender o paciente no perioperatório. Mais do que acompanhar parâmetros isolados, o anestesiologista precisa interpretar a fisiologia em tempo real, integrando dados clínicos com precisão e agilidade.

Nesse contexto, a ecocardiografia se consolida como uma ferramenta essencial ao oferecer uma visão dinâmica do sistema cardiovascular. Seu uso qualifica a tomada de decisão e eleva o padrão assistencial, especialmente em cenários complexos, marcados por pacientes de alto risco e procedimentos desafiadores.

Ecocardiografia no perioperatório: da observação à compreensão fisiológica

A anestesiologia contemporânea exige uma monitorização que vá além da observação de números. Pressão arterial e frequência cardíaca seguem fundamentais, mas, isoladamente, não explicam as instabilidades hemodinâmicas do intraoperatório.

É nesse ponto que a ecocardiografia redefine sua relevância. Como destaca o Dr. Bruno Tonelotto, Membro da Comissão Científica do ISURA (International Symposium of Ultrasound for Regional Anesthesia and Pain Medicine), “a ecocardiografia deixou de ocupar um papel complementar e passou a integrar a monitorização dinâmica, oferecendo uma avaliação mais completa do sistema cardiovascular à beira do leito”.

Na mesma direção, o Dr. José Mateus, Coordenador do Núcleo Cardiovascular da SAESP, destaca que “a modalidade transesofágica (ETE) permite avaliar, em tempo real, tanto a estrutura quanto a função cardíaca durante o perioperatório, proporcionando ao anestesista uma compreensão imediata da fisiologia do paciente”.

Essa leitura ampliada do cenário clínico sustenta intervenções mais assertivas e individualizadas; um diferencial decisivo quando tempo e precisão são determinantes.

Avanços tecnológicos e o papel estratégico da ecocardiografia na anestesia

O desenvolvimento das tecnologias ecocardiográficas expandiu de forma significativa sua aplicação na anestesia. Modalidades como a ecocardiografia transtorácica, transesofágica, tridimensional e a análise de strain aumentaram o potencial diagnóstico e fortaleceram a segurança no perioperatório.

Atualmente, a ecocardiografia não apenas acompanha o paciente, mas orienta decisões críticas em tempo real. Segundo o Dr. José Mateus, “sua importância tem crescido por possibilitar a identificação rápida de alterações hemodinâmicas complexas, como disfunção ventricular, alterações valvares e distúrbios de volume, permitindo intervenções mais precisas e baseadas em dados objetivos”.

Além do diagnóstico, a ferramenta permite avaliar de forma imediata a resposta às intervenções, reduzindo o intervalo entre decisão e resultado. Esse dinamismo favorece uma abordagem mais proativa, com impacto direto na redução de riscos perioperatórios.

No entanto, a incorporação efetiva da ecocardiografia exige mais do que domínio técnico. A interpretação adequada das imagens depende de raciocínio fisiológico e integração com o contexto perioperatório. Como reforça o Dr. José Mateus, uma formação estruturada é fundamental para desenvolver não apenas habilidades técnicas, mas também o pensamento clínico necessário para transformar imagem em decisão.

Curso de Ecocardiografia da SAESP: formação conectada à prática clínica

Diante desse cenário, a capacitação torna-se um passo estratégico para a prática anestésica contemporânea. O Workshop de Ecocardiografia da SAESP foi estruturado para oferecer uma formação completa, conectada às demandas reais do perioperatório. O programa integra conteúdo teórico direcionado com treinamento prático supervisionado por especialistas, permitindo que o profissional desenvolva segurança na utilização da ferramenta desde o primeiro contato.

Segundo o Dr. José Mateus, o curso proporciona uma introdução consistente à ecocardiografia, com foco no contexto perioperatório e prática orientada por instrutores experientes, incentivando o aprofundamento em uma área que se tornou indispensável no manejo de pacientes críticos.

Mais do que ensinar técnica, a proposta é desenvolver uma abordagem clínica mais analítica, segura e alinhada às exigências da prática atual. Ao incorporar a ecocardiografia como extensão do exame clínico, o anestesiologista amplia sua autonomia, fortalece sua atuação em equipes multidisciplinares e contribui diretamente para um cuidado mais preciso, seguro e eficiente.

Conheça o calendário completo da SAESP

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A Cultura de Segurança na Prática Anestésica: o anestesiologista como protagonista da segurança do paciente https://site-stg.saesp.org.br/a-cultura-de-seguranca-na-pratica-anestesica-o-anestesiologista-como-protagonista-da-seguranca-do-paciente/ https://site-stg.saesp.org.br/a-cultura-de-seguranca-na-pratica-anestesica-o-anestesiologista-como-protagonista-da-seguranca-do-paciente/#respond Thu, 19 Mar 2026 05:42:00 +0000 https://site-stg.saesp.org.br/?p=1279 A segurança do paciente é hoje um dos pilares centrais da assistência em saúde. No entanto, no Brasil, menos de 50% dos hospitais contam com Núcleos de Segurança do Paciente formalizados, segundo dados do Instituto Brasileiro de Segurança do Paciente (IBSP), analisados a partir do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) e de boletins da Anvisa. Esse cenário expõe fragilidades e reforça a necessidade de fortalecer a cultura de segurança na prática, em ambientes hospitalares de alta complexidade.

Nesse contexto, por estar diretamente envolvido na gestão da via aérea, no monitoramento hemodinâmico e na tomada de decisões em tempo real, o anestesiologista se posiciona como um dos principais agentes na prevenção de eventos adversos e na construção de ambientes assistenciais mais seguros.

Como a cultura de segurança se manifesta na prática anestésica?

Na rotina do centro cirúrgico, a cultura de segurança não se limita à aplicação de protocolos. Para o Dr. Gustavo Tsuha, Diretor de Qualidade e Segurança do Paciente da SAESP, o grande desafio é transformar diretrizes formais em comportamentos incorporados à prática clínica.

“A cultura de segurança na anestesiologia não é apenas um conjunto de protocolos, mas a sustentação que gera confiança entre a equipe e o paciente. Na prática diária, ela se traduz na transformação do ‘eu sempre fiz assim’ para o ‘nós podemos fazer de forma mais segura”, afirma o Dr. Tsuha.

Ferramentas estruturadas de comunicação, como o modelo SBAR (Situação, Background, Avaliação e Recomendação), e o uso consistente do Checklist [1] de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS) são exemplos de práticas que ajudam a reduzir falhas e alinhar a equipe assistencial.

Outro conceito essencial nesse processo é a consciência situacional, que envolve a capacidade de perceber o contexto clínico, interpretar os sinais do ambiente e antecipar possíveis complicações. Esse raciocínio permite que decisões sejam tomadas de forma proativa, antes que um evento adverso ocorra.

A Dra. Regiane Dias, coordenadora do Núcleo de Qualidade e Segurança da SAESP, destaca que a anestesiologia é historicamente uma das especialidades médicas que mais avançaram nesse campo. “Isso não se deve apenas à tecnologia, mas também à cultura baseada em monitorização, padronização de processos e aprendizado contínuo”, explica.

Segundo ela, na prática clínica, essa cultura se reflete em decisões cotidianas que começam ainda na avaliação pré-operatória: “Cada decisão do anestesiologista está baseada na cultura de segurança – desde a identificação de riscos clínicos até a antecipação de cenários críticos. Isso envolve comunicação efetiva, uso consistente de protocolos e checklists, além do incentivo à notificação de eventos e quase-erros para aprendizado coletivo”, reforça a Dra. Regiane.

Os desafios e o papel da SAESP na consolidação da cultura de segurança do paciente

Apesar dos avanços, a implementação efetiva da cultura de segurança ainda enfrenta barreiras importantes. Entre os principais desafios, estão a pressão por produtividade nos centros cirúrgicos, as barreiras hierárquicas dentro das equipes e a ausência de retorno institucional após a notificação de incidentes.

O Dr. Tsuha ressalta que a cultura de segurança depende também da construção de um ambiente organizacional baseado na chamada “Just Culture” (cultura justa).“É fundamental mudar o foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas. O erro precisa ser reportado para que o sistema aprenda e evolua; e não para punir o profissional.”

Para isso, a educação estruturada é um dos pilares para transformar a segurança do paciente em prática concreta dentro das instituições. Programas educacionais que integram teoria, simulação e análise de eventos clínicos ajudam a desenvolver competências essenciais para a gestão de riscos. Nesse sentido, o Curso Avançado de Segurança do Paciente, realizado em parceria entre a SAESP e a ESAIC (European Society of Anaesthesiology and Intensive Care), tem papel fundamental na formação de lideranças em segurança.

De acordo com o Dr. Tsuha, o curso proporciona uma experiência imersiva, focada em gerenciamento de crises e tomada de decisão em situações complexas. O anestesiologista passa a exercer um papel de liderança na gestão da segurança e da qualidade assistencial. A Dra. Regiane acrescenta que programas estruturados ampliam a capacidade dos profissionais de compreender os sistemas de saúde de forma mais integrada.

A discussão sobre segurança do paciente também estará no centro das atividades educacionais do COPA SAESP 2026 com o Workshop Pré-Congresso de Segurança do Paciente, com a participação da Dra. Claudia Marquez Simões – Vice-presidente da SAESP. O workshop promove uma experiência prática e altamente interativa, com simulações e análise de casos clínicos baseados em situações vivenciadas no Brasil. Além do treinamento técnico, o encontro também busca estimular a troca de experiências entre anestesiologistas.

Mais do que um espaço de atualização científica, o workshop pretende incentivar a construção de uma rede de profissionais comprometidos com a melhoria contínua da qualidade assistencial. Não perca a oportunidade de estar em um dos maiores congressos da América Latina e fazer parte dos anestesiologistas que contribuem para elevar os padrões da anestesiologia brasileira.


Conheça o Workshop Pré-Congresso de Segurança do Paciente

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